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SETOR DA CONSTRUÇÃO PROPÕE FAIXA INTERMEDIÁRIA PARA A TERCEIRA FASE DO MINHA CASA, MINHA VIDA

Notícias >> Nova segmentação ficaria entre as faixas I (renda bruta de até R$ 1.600,00) e II (renda bruta de R$ 1.601,00 a R$ 3275,00) já existentes.

O setor da construção, representado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pela Associação Brasileira das Incorporadoras (Abrainc), propôs segunda-feira (28), durante audiência com a presidente da República, Dilma Rousseff, uma faixa intermediária para o programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), do Governo Federal.

A intenção é criar regras que beneficiem as famílias com renda entre as faixas I (renda bruta de até R$ 1.600,00) e II (renda bruta de R$ 1.601,00 a R$ 3275,00) já existentes. A proposta é facilitar o acesso ao imóvel sem provocar aumento do custo de subsídio para o Estado.

Durante a audiência, o Ministro de Cidades Gilberto Occhi anunciou que a presidente da república fará o lançamento da terceira etapa do programa entre o final do mês de maio e início de junho, mas este só poderá ser executado a partir de 2015, em um eventual segundo mandato de Dilma.

De acordo com Paulo Simão, presidente da CBIC, o programa é um "projeto de Estado" e seria irresponsabilidade não dar continuidade a ele. Na ocasião, Simão entregou à Dilma o estudo "O Custo da Burocracia no Imóvel", lançado pela CBIC, Abainc e Movimento Brasil Competitivo (MBC), que analisa os gargalos burocráticos que atrasam os empreendimentos imobiliários no Brasil.

Ainda segundo Simão, a ideia é de que o programa contemple três milhões de unidades habitacionais a partir do ano que vem. O governo, porém, ainda não revelou a meta da terceira etapa.

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