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ENERGIA SOLAR, BOA OPÇÃO

Notícias >> A redução de energia compensaria o pagamento mais caro do aquecedor.

 O Brasil convive com tarifas elétricas mais caras e a possibilidade de racionamento da energia. Não obstante, pouco avança no aproveitamento das energias alternativas, entre elas a solar. Os entraves sucedem no que concerne aos projetos de larga escala, bem como na produção industrial ou doméstica. Há quatro anos, a empresa de pesquisa energética (EPE) anunciava um audacioso plano para instalação até o final deste ano de placas solares, em dois milhões de residências no Minha Casa Minha Vida. As informações da Caixa Econômica revelam, contudo, que só 200 mil casas tiveram o sistema de aquecimento solar viabilizado, correspondendo a apenas 10% da meta governamental. São evidentes os benefícios da proposta do Executivo e se efetivados trariam economias de energia, equivalente ao consumo de uma grande cidade e retirando da atmosfera gases nocivos do efeito estufa, correspondente ao volume igual às emissões veiculares da frota de carros do Distrito Federal. Sem efetivar o planejamento concebido o governo adotou o uso de tecnologia obsoleta e já ultrapassada, tendo o usuário a necessidade do desligamento do sistema, na hipótese da ausência do sol. A opção mais vantajosa consiste na adoção do chuveiro "flex", que faria a operação automaticamente. A redução de energia, com o emprego de tecnologia moderna, compensaria o pagamento mais caro do aquecedor. À semelhança das demais políticas energéticas, faltam o planejamento e o incentivo governamental. Hoje, somente as residências luxuosas ou sistemas hoteleiros têm sistemas de aquecimento solar nas suas coberturas. A situação em São Paulo não foi diferente, depois do anuncio de metas ambiciosas, nas casas construídas pela CDHU.

 

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